Trazes no peito o fardo da paixão
nas duas mãos os ossos desse ofício
n’alma pulsante a chaga que é resquício
do amor que em ti é graça e maldição
Cospes o verso avesso, louco e são
como se fora expulso de um hospício
arremessado de alto precipício
um desperdício, vã contradição
E calas, pois, depois, arrependido
de haver mais uma vez desfalecido
aos pés do Deus destino onipotente
E então [...]
Posts de Setembro 11th, 2007
A um poeta nº 2
Publicado em Pois ia.. em Setembro 11, 2007 | 5 Comentários »