Trazes no peito o fardo da paixão
nas duas mãos os ossos desse ofício
n’alma pulsante a chaga que é resquício
do amor que em ti é graça e maldição
Cospes o verso avesso, louco e são
como se fora expulso de um hospício
arremessado de alto precipício
um desperdício, vã contradição
E calas, pois, depois, arrependido
de haver mais uma vez desfalecido
aos pés do Deus destino onipotente
E então te sentes puro, fraco, exposto
mas não conténs as luzes no teu rosto
do riso do prazer mais indecente…
C. Y.
11/09/2007
Maravilhoso!
*Clap Clap Clap!*
Quase deixei o “No Comments” prosseguir de propósito. Soneto “sem comentários”, hehe… (vocês usam tal expressão aí?)
Olá Clarissa
Tô dando uma olhada nos miolos de pote.
Gostei em particular desse seu poema!
Continue a escrever!
Beijos
Adonis
Pois ia? rsrs. acho que já foi
tava pensando numa granada em pleno vôo… silenciosa, riscando o céu com uma parábola, e a expectativa, a ansiedade, um átimo eterno antes da explosão ou do fatídico destino . soh n pensei pq estou escrevendo isto. =P
prazer mais indecente seria ” K.Y. ” kkkkkkkkkkkk
maluquices à parte, bela poesia, mulata. também belo o poema. cantante, cantável, encantador.
cheiross
Kiko, vai te tratar.
rsrs
* Que mulesta de K.Y. é essa hein?
não pronunciai meu nome em vão, srª mulata. acaso não sabeis do que se trata o K.Y. ao qual me referi? consultai o oráculo (google) ou até mesmo Atena (Wikipedia), deusa da sabedoria nestes tempos cibernéticos.
mas qualquer meia hora pela rua da areia tiraria-lhe esse aperreio da bolinha cinzenta. kkkkkkkkkkk
cheiros fia