Morre-se sempre e sem sentir-se
a carne sem saúde
a alma sem sentido
morre-se amiúde
Como se morre a nuvem
a duna
feito onda
numa vertigem
de espuma
Sepulcro e manjedoura
são
num mesmo abraço
os mesmos grãos de espaço
Assim como é
o mar
útero de luz e dia
E tumba e bálsamo
dos rios.
a carne sem saúde
a alma sem sentido
Às vezes penso carne sem sentido e alma sem saúde. Que acha?
Não ouse mais chamar de rabisco quando for algo assim. Belíssima finalização!
Bem pensado, caro Russo!
Suas palavras são sempre mais que bem-vindas.
eu só aporrinho:
” As sinapses ocorrem no “contato” das terminações nervosas (axônios) com os dendritos. ”
via Wikipedia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sinapse_%28neur%C3%B3nio%29
Se fostes tu a autora deste texto,
Quero parabenizar-te pelo apreço.
Apreço as palavras que colhestes,
Ao sentimento que degustastes.
Parabéns!
=)
Kiko, eu já sei que vc me ama. Seja mais discreto.
Clara! Como está, querida? Anda sumida…
Vim aqui para dizer que teu blog está linkado nos blogs relacionados.
Forte abraço, poetisa