Prepara-te a tempo
de ver
o que haverá
de ser
do poeta que não
é.
De olhos secos
sorriso a espreitar
entre os lábios
poucos
coração convulso
sob o chapéu
forjado em reverência
vê
O poeta é aquele monte
Semblante de neve
alma de lava
em gruta de infinitas
frestas.
Que dorme
em tensa paz
eterno e farto de latente
dor.
“o que haverá de ser” de vc?
pq n tentar uma revista, on-line ou impressa?
um periódico, site ou blog coletivo relacionado à poesias? pra ser gauche no mundo. kkkk
cheiro, guria.
fui ver o leão e tive medo euheueh
teh mais.
Deixa de conversar miolo de pote, Kiko.
* Ei, nada de piquenique na bica, nada de Elomar e João Bosco no violão.. Tu és muito sem futuro, Kiko.
Não comentei pela falta de palavras que me resta para versos como:
Que dorme
em tensa paz
eterno e farto de latente
dor.
Abraço poéticos, Claríssima
adorei a divisão dos versos, a fluidez, as quebras, o ritmo,as ênfases… muito legal de se ler.
apesar de contar a velha história do poeta, o caba tem que se render quando o negócio é bonito.
Clarissa:
Fiz uma visita rápida e gostei do que vi. Depois volto com mais calma. Um abraço. Rona.