O
tempo é
particular.
Genético até seria
se
de fato
houvesse.
Meu
tempo tique sinal só
lu
ço
Meu
extasê é
meu
só mente e
nin
guém sabe deles
nin
guémnin
guém
.
Meu
instantimensurável
comunga eternidade
enquanto
ardo
Meu
átimo é
fóssil
e fenix
Abominável criatura
o relógio
é
como a palavra
Aquele
ditador dos passos
Esta
da alma.
Posts de Novembro, 2007
Para não dizer que não se tem tempo
Publicado em Versos livres em Novembro 17, 2007 | 8 Comentários »
Diagnóstico
Publicado em Versos livres em Novembro 17, 2007 | 1 Comentário »
Há poesia
a espernear
em minhas veias
ralas
Porém os outros
claro
os outros
tolos
julgam ser
sangue – imagine
Não vêem eles
como
poderiam saber
serem palavras
pois
a causa insensata
da minha pressão alta.
Golpe baixo
Publicado em Versos livres em Novembro 17, 2007 | 2 Comentários »
Desconfie das rosas
tema-as
até
Quantos botões
já me arreganharam as pétalas
cinicamente
vermelhos…
Teatro que dá gosto
Publicado em Faniquito em Novembro 6, 2007 | 14 Comentários »
Assistir a um grande espetáculo teatral deixa-me não menos inquieta do que exultante. Sobretudo quando a peça é filha autêntica dessa Paraíba de tantos talentos e percalços no caminho dos que fazem teatro.
Não que eu seja bairrista ao ponto de considerar a “naturalidade” da montagem um critério idôneo para avaliar sua qualidade, mas é, [...]