À tarde, sonâmbula.
Fevereiro 6, 2008 de Clarrissa Yemisi
Contemplo o mar desde as gotas que me alcançam os pés até a finitude imensuravelmente reta que esbarra no céu. Adiante, erquem-se robustos arrecifes que cruzam a eternidade aos socos de brutas ondas coroadas de branco sal. E assim, a cada rugido violento, sendo já outros e jamais os mesmos, para sempre hostis ao incansável gigante diminuído em liberdade, logram retardar as horas moribundas, ora distraídos a gozar a beleza dos ramalhetes efêmeros de rala espuma em salto, ora a lacrimejar bolhas de tédio em represália à monotonia do ser…
eu tb conheço vários adjetivos…
=P úna