No altar promíscuo da noite
ergue-se tinta
a hóstia
envergonhada
Do corpus triste
escorre
sal e gozo
em cálice de narciso
No dorso do espelho
o arrepio das águas.
Julho 8, 2008 por Clarrissa Yemisi
No altar promíscuo da noite
ergue-se tinta
a hóstia
envergonhada
Do corpus triste
escorre
sal e gozo
em cálice de narciso
No dorso do espelho
o arrepio das águas.
Pois ia.. tentar comentar algo.
O Thiago “roubou” meu comentário.
Não espere que os machistas, os puristas, os cultuadores de musas etéreas e inumanas aplaudam.
Eu, ser humano, contente com o sublime de ser carne, corpus, triste e gozo celebro a água (se)benta que te consagrou.